Caminhos Roubados
A noite chega e traz consigo a escuridão
Para vestir e encobrir as minhas máculas
Minha alma nua não é mais despudorada
Percebe a dor eu causei a um igual
Meu olhar com brilho cego é só mistério
Cobre a perfídia armada pelo diagonal
Todos os dias agora são sem sol
De noite a noite nem denoto meu moral
Tudo tornou-se unicamente assombração
Só os vestígios circulando em meu mental
Eu não encontro nenhures a minha paz
Porém algures, sei, serei a solidão
Cruel destino, pregador de armadilhas
Me conduziu involuntário à mentira
Sinto o abismo que rodeia o meu chão
Meu vulto arrasta-me por onde quer que eu vá
Pesa tal qual uma cruz que hei não recusar
Quem sabe seja o preço do meu vil perdão
Para vestir e encobrir as minhas máculas
Minha alma nua não é mais despudorada
Percebe a dor eu causei a um igual
Meu olhar com brilho cego é só mistério
Cobre a perfídia armada pelo diagonal
Todos os dias agora são sem sol
De noite a noite nem denoto meu moral
Tudo tornou-se unicamente assombração
Só os vestígios circulando em meu mental
Eu não encontro nenhures a minha paz
Porém algures, sei, serei a solidão
Cruel destino, pregador de armadilhas
Me conduziu involuntário à mentira
Sinto o abismo que rodeia o meu chão
Meu vulto arrasta-me por onde quer que eu vá
Pesa tal qual uma cruz que hei não recusar
Quem sabe seja o preço do meu vil perdão

CAMINHOS ROUBADOS by a Cara da Dor - BetoAcioli is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.
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Beto, o poema está na imagem "A CARA DA DOR".
ResponderExcluirJá queria ter lhe dito da "máscara"; gosto muito!